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30 de outubro de 2010

Falando a bispos do Maranhão, papa Bento 16 condena aborto

Ele pediu aos bispos maranhenses que orientem politicamente os fiéis
Em reunião com bispos maranhenses, ontem - entre eles dom Xavier Gilles, bispo emérito de Viana -, o papa Bento 16 falou a respeito do aborto e, sem citar diretamente a eleição do próximo domingo, pediu aos religiosos que orientem politicamente os fiéis, reforçando a posição da Igreja Católica a respeito do tema. O encontro ocorreu pela manhã, em Roma. "Em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum", afirmou o pontífice.
"Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático - que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana - é atraiçoado nas suas bases", disse o papa. "Portanto, caros irmãos no episcopado, ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo."
A polêmica em torno da descriminalização do aborto foi destaque no segundo turno da eleição presidencial. O assunto ganhou força quando começaram a circular pela internet vídeos e entrevistas em que a candidata do PT Dilma Rousseff defende abertamente o aborto - posição que ela mudou pouco antes de se tornar candidata. "Acho que tem de haver descriminalização do aborto", disse Dilma em 2007, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. "No Brasil, é um absurdo que não haja."
 
(veja online)
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