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Com queda de Novais, Chiquinho Escórcio volta para o almoxarifado de Sarney


Daqui debaixo do sol que enfervece nossa Imperoza, se ouvem as bravatas de Chiquinho Escórcio lá do Planalto Central: "Meu Deus, como um velho infeliz desse é tão burro?!!"... Os brados de Escórcio, tem uma razão óbvia: com a saída de Pedro Novais do Ministério do Turismo, ele [Escórcio] volta para suplência de deputado federal e Novais ocupa a cadeira principal novamente.

Escórcio foi beneficiado por uma decisão do STF no dia 9 de dezembro de 2010, ao julgar mandado de segurança, onde determinou que a vaga decorrente da renúncia do deputado Natan Donadon (PMDB-RO), ocorrida em outubro do ano passado, fosse ocupada pela primeira suplente do partido, Raquel Duarte Carvalho. Os ministros do STF entenderam que a vaga deve ser ocupada pelo primeiro suplente do partido e não da coligação. A decisão beneficiou Escórcio por ser o segundo suplente da coligação que elegeu a governadora Roseana Sarney (PMDB). O primeiro era o deputado Davi Alves Silva Junior, mas este é do PR, portanto não podendo a assumir a vaga de Novais.

Sem o mandado de deputado federal, acabou-se [por enquanto] o barulho promovido por Chiquinho Escórcio em Imperatriz. Típico de um falastrão colocava o bedelho em tudo, prometia horrores e claro, nada de fato acontecia. Os que recebiam dele um afago, o titulava como "o fuçador", uma espécie
de paladino de políticos público.

Segundo o jurisfilósofo Japonês (nas horas vagas, fotografo com máquina analógica), "político sem mandato é igual cachorro capado: não vale nada". Daí, o pão & circo de Chiquinho Escórcio recaia ao muy amigo Hamilton Miranda, presidente da Câmara Municipal de Imperatriz, que pode demover a ideia da mansão no Lago Sul por um cargo de assessor político ali na rua Simplício Moreira. Rá!
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