Açailândia: Atendente do (SAMÙ) e o diretor do Hospital Municipal se nega prestar socorro a vitima de acidente automobilistico!



O adolescente Lucas Macedo Andrade, de apenas (16) anos de idade, sofreu um gravíssimo acidente no ultimo dia 19/02/2013, seu pai, ao tomar conhecimento da situação, encaminhou o mesmo ao primeiro hospital que encontrou pela frente, no caso o Hospital São Sebastião.

Ao dar entrada no hospital, os médicos Petrônio Gonçalves dos santos, Olinto Lago, e Dra. Juliana, atenderam de imediato o jovem, e constataram que o caso  era muito grave, pois o mesmo sofreu um afundamento de crânio, coma, ou seja (inconsciente), agitado e crise compulsiva. Diante do estado grave em que se encontrava o paciente, o Dr.Petrônio Gonçalves resolveu chamar uma equipe do (SAMÚ) para transportar o mesmo para o Socorrão em imperatriz.

E para surpresa do Dr. Petrônio Gonçalves, a atendente do (SAMÚ) identificada apenas por (RENATA), disse que não poderia enviar a ambulância, devido o paciente se encontrar em um hospital particular, mesmo o médico informando que o pai do adolescente havia levado seu filho para o hospital, por ser o mais próximo de onde aconteceu acidente, e que os médicos não havia nem cobrado nada pelo atendimento, ouviu da atendente de nome (RENATA) a negativa em enviar a ambulância para fazer o translado da vitima.

Diante da negativa da atendente do (SAMÚ), Dr. Petrônio Gonçalves resolveu apelar para um vereador da base de sustentação da prefeita Gleide Santos, para que o mesmo intercedesse junto a quem de direito fosse, para conseguir uma ambulância para transportar a vitima para o socorrão em Imperatriz. E mesmo diante do apelo do vereador, que intercedeu junto ao diretor do hospital municipal de Açailândia, identificado como Adriano, o mesmo recebeu um não como resposta.

O vereador ficou decepcionado com o tratamento por parte do senhor Adriano, que ora responde como diretor do Hospital Municipal de Açailândia. Isso prova que são pessoas despreparadas para lidar com a vida humana.  E tanto o diretor do hospital municipal, como a atendente do (SAMÙ) de nome (RENATA), teriam que ser penalizados, pela forma errônea que agiram.

Segundo o vereador, o diretor do hospital Municipal de nome Adriano teria dito que a ambulância não poderia ser liberada devido o paciente se encontrar em um hospital particular, e de prontidão não levou nem em conta o estado grave em que se encontrava o paciente, apenas informou que não poderia liberar a ambulância para transportar o paciente das dependências do hospital são Sebastião.

Diante da negativa da atendente do (SAMÚ), e do diretor do Hospital municipal de Açailândia, o medico Petrônio Gonçalves comunicou ao pai da vitima, que se o mesmo quisesse ver seu filho vivo, retirasse o mesmo em veiculo próprio e encaminhasse por conta própria para Imperatriz fato esse que aconteceu, o pai do adolescente de imediato pegou seu veiculo e encaminhou o mesmo para a cidade de Imperatriz.

Logo após o fato ocorrido, o Dr. Petrônio Gonçalves se encaminhou a promotoria pública de Açailãndia, onde comunicou o fato ao promotor de plantão, Leonardo Tupinambá, para serem tomada providencia contra o descaso com a vida humana, que já se tornou rotina no poder público municipal.

O blog tentou contato com a família do jovem acidentado para saber o que aconteceu com o Lucas, mas o telefone que foi deixado na ficha do paciente não atende, caso a família queira se manifestar sobre o caso, estamos a disposição.

Veja o que diz a Lei

Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
Art. 1º Esta lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado.
TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 2º A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
§ 1º O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação.
§ 2º O dever do Estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
Art. 3º A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País.
Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.



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