Flávio Dino discute Educação e Segurança com lideranças religiosas da região tocantina

O projeto Diálogos pelo Maranhão foi apresentado a lideranças religiosas da região tocantina no último final de semana. Em reunião com representantes da igreja católica e da Assembleia de Deus, representantes do movimento Diálogos pelo Maranhão falaram da proposta de um governo baseado na Igualdade, na Democracia e no Desenvolvimento.

As três premissas defendidas pelo projeto foram discutidas com os líderes religiosos do local, que relataram problemas com Segurança Pública e Educação Pública. Segundo o bispo Dom Gilberto Pestana, a juventude de Imperatriz sofre com o problema da dependência química e da falta de segurança na região.

Os relatos da falta de efetivo policial na região e de programas de prevenção ao uso de entorpecentes tem sido motivo de constante preocupação para os representantes da região. “Hoje contamos com cerca de 500 policiais para toda a região tocantina, número muito baixo. Há cidades que não possuem sequer um policial militar ou civil para auxiliar na Segurança Pública do local,” disse o pastor Raul Cavalcante, capelão de Imperatriz.

A situação da infraestrutura das escolas estaduais também foi pauta durante a reunião. Segundo Dom Gilberto, não há segurança nas escolas e faltam professores em sala de aula do Ensino Médio – que fazem parte da alçada do governo estadual. “O governo pode mudar situações como essa, mas até o momento não houve qualquer ação nesse sentido,” relatou pastor Cavalcante.

Para Flávio Dino, que esteve presente durante a reunião, são necessários investimentos nos dois setores. A defasagem do número de policiais de Imperatriz representa uma consequência do baixo número de policiais para a população.

Segundo dados do Ministério da Justiça, o estado é o que possui menor relação entre policiais e número de habitantes no país. Hoje, cada policial maranhense deve dar conta de 882 habitantes. A média nacional é de um policial para cada 472 habitantes.

A saída seria investimento em aumento do efetivo policial através da realização de concursos públicos para todo o estado e investimento em infraestrutura da Segurança Pública em todas as regiões do estado.
“A política de distribuição do contingente policial precisa ser regionalizada. Com policias que conheçam a região em que atuam, que estejam perto da população, promoveremos uma política de segurança pública mais humanizada,” defendeu.

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PCdoB São Luís

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