Anulação de votos para o Senado em Gastão Vieira no TSE repercute em Brasília

Fonte:atual7.com

Matéria em que o TRE/MA negou que a postagem do ATUAL7 fosse inverídica foi reproduzida no site Diário do Poder..

Repercutiu em Brasília, por meio do site do jornalista Claudio Humberto, o Diário do Poder, o sério risco do candidato ao Senado Federal pelo Clã Sarney, Gastão Vieira (PMDB), ter seus votos anulados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A revelação foi feita pelo ATUAL7 na segunda-feira (29).
Diferente do caso do primeiro suplente José Antonio Heluy, que substituiu o ficha suja Raimundo Monteiro na formação da chapa, o segundo suplente de Gastão, Remi Ribeiro, está inelegível e não pode mais ser substituído. Ribeiro não se desincompatibilizou do cargo de Assessor Especial da Casa Civil do governo Roseana Sarney. Como se trata de ausência de desincompatibilização, em momento posterior ao registro de candidatura, caso Gastão Vieira vença o pleito, qualquer questionamento à sua eleição deve ser reconhecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já que a chapa possui apenas um suplente de forma legal.
Matéria do ATUAL7 foi reproduzida na íntegra por um dos sites mais acessados e respeitados de Brasília. Foto: Diário do Poder
DESESPERO NA CHAPA Matéria do ATUAL7 foi reproduzida na íntegra por um dos sites mais acessados e respeitados de Brasília. Foto: Diário do Poder
Nessa sexta-feira (3), o ATUAL7 publicou que a Justiça Eleitoral negou duas representações de Gastão Vieira que pediam o direito de resposta e a suspensão da postagem ‘Remi Ribeiro não se desincompatibiliza e derruba eleição de Gastão Vieira ao Senado’. Além do destaque na primeira página, a matéria foi reproduzida na íntegra pelo Diário do Poder.
Nas decisões, o juiz federal Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da Comissão de Juízes Auxiliares (CJA) do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão explicou que, ‘o conteúdo do texto parece claro quanto à situação [irregular] do registro de candidatura’ de Remi Ribeiro, e ainda repreendeu o candidato ao Senado dos Sarneys, esclarecendo que o ‘direito de resposta não pode servir como instrumento dissimulado de limitação à liberdade de expressão, sob pena de inequívoca ofensa à garantia constitucional’.
Segundo fontes do livre transito pelo Clã, o clima na coligação ‘Pra Frente Maranhão’ é cada vez mais de desespero.
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