DAYANE LIMA NUTRICIONISTA

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29 de novembro de 2016

ACIDENTE AÉREO CHAPECOENSE O que se sabe até agora sobre o avião da Chapecoense

Avião saiu de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, rumo à Colômbia para a final da Copa Sul-Americana.

Equipe de resgate atende atende o jornalista Rafael Henze. LUIS EDUARDO NORIEGA A. (EFE) | EPV.
A avião do acidente
O avião do acidente é um Avro Regional Jet 85,  da companhia Lamia, venezuelana de origem que opera na Bolívia, que transportava a delegação da Chapecoense que se dirigia a Medellín, na Colômbia, para disputar nesta quarta-feira a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional. A companhia frequentemente transporta equipes de futebol

Quem eram os passageiros e tripulantes

Havia 81 pessoas a bordo, sendo 72 passageiros e 9 tripulantes: 48 eram da delegação da Chapecoense, que disputariam a final da Copa Sul-Americana, 21 eram jornalistas e três, convidados. Segundo informações oficiais da Aeronáutica colombiana, ao menos seis pessoas foram resgatadas com vida até o momento, entre eles três jogadores, de acordo com as autoridades da Aeronáutica colombianas.

As causas do acidente estão sendo investigadas

De acordo com a conta de Twitter ligada ao aeroporto de Medellín, a tripulação do Avro Regional Jet 85 se comunicou com a torre por volta das 22h (horário da Colômbia) reportando falhas elétricas. No caminho do voo, foi reportado mau tempo.

Onde foi a tragédia

O acidente aconteceu nas imediações de uma montanha chamada El Gordo, na jurisdição do município de La Unión, no departamento de Antioquia (noroeste da Colômbia). O local é próximo do aeroporto José María Córdova de Medellín, situado no município vizinho de Rionegro.

O percurso do time

A equipe da Chapecoense saiu do Brasil pelo aeroporto de Guarulhos às 15h15 em um voo comum da Boliviana de Aviación rumo a Santa Cruz de La Sierra. De lá, embarcou no voo da Lamia para Medellín. A ideia inicial era que a equipe embarcaria direto no voo da Lamia de Guarulhos para a Colômbia, mas a operação não foi permitida pela Anac, a agência responsável brasileira, porque "o acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea, não prevê operações como a solicitada", informou por nota a ANAC.