11 de abril de 2017

Suzano Papel e Celulose gera insegurança e instabilidade na economia de Açailândia.


Se a economia do município de Açailândia já não ia bem, a mesma tende a se agravar ainda mais, devido o constante assédio da empresa Suzano Papel Celulose com o que restou do polo siderúrgico de Açailândia. E pelo que se observa, se nada for feito, Açailândia corre um sério risco de servir apenas de uma cidade de passagem, para os funcionários das empreiteiras que prestam serviço para Suzano.


Para se ter uma ideia da situação, a compra dos ativos florestais e mobiliário que recentemente foi adquirido da empresa Queiroz Galvão Siderúrgia, afetou diretamente a economia do município, o que tem gerado uma crise no comercio local, bem como no setor de prestação de serviço. Afetando com isso, diretamente a economia do município.

No caso de uma eventual compra de ativos florestais e mobiliário, o município é contemplado apenas com o lixo industrial vindo das instalações siderúrgica, já que para a Suzano, o que interessa são apenas as florestas, e altos fornos, galpões e escritórios tende a se transformar em um problema ambiental, já que em pouco tempo tudo é transformado em lixo industrial.

Quando se afirma em matéria jornalística que o Grupo Suzano “destruiu a economia” do município de Açailândia, não precisa ser nenhum economista ou entendedor da área para perceber que de fato, a Suzano causou e tende a causar mais impactos na já fragilizada economia do município.

Como o poderoso grupo Suzano usufrui do solo dos municípios na produção da matéria prima para sua indústria, causando com isso, sérios impactos ambientais, tais como destruindo nascentes de rios, uso de defensiva agrícola em grande escala, onde o solo perde suas propriedades naturais, seria bom que os prefeitos impactados, cobrassem da mesma a constituição de uma empresa genuinamente local, para com isso, gerar empregos e renda diretamente, com isso, ameniza-se um pouco essa situação caótica da economia dos municípios impactados.