DAYANE LIMA NUTRICIONISTA

DAYANE LIMA NUTRICIONISTA

14 de maio de 2017

O “pateta” quer ser senador, só está esquecendo-se de combinar com o povo.


Grande parte dos políticos brasileiros, especialmente os do Maranhão a muito estão em baixa perante a população, ou seja, sem moral, isso é notório. A grande maioria depois de eleitos, não estão nem ai, só pensam em se da bem individualmente, ou seja, fica “rico” em cima da miséria do povo.


Esse é no momento de unimos forças, e procurar uma forma de resolver essa questão de uma vez por todas. Não entendo como ainda existe pessoas que tem coragem de dar corda para certos políticos. Principalmente de políticos do tipo Valdir Maranhão e Weverton Rocha, isso é gritante, uma vergonha, por esse motivo é que as coisas não anda, e ficamos sempre na mesmice.
Lula e Valdir Maranhão os dois se merecem.
Pessoas como Valdir Maranhão e Weverton Rocha, tem que ser banido de uma vez por todas do cenário politico. Se o povo soubesse da força que tem, e o valor de cada um, não elegeria políticos desse tipo a nenhum cargo público, mandaria esses indivíduos de volta de onde os mesmos nunca deveria ter saído.

Quando vejo alguém dizer que esse senhor Valdir Maranhão, que hoje está deputado, querendo ser candidato a senador, fico me perguntando, a que nível chegamos? Enquanto o Brasil inteiro amarga uma das piores crises, frutos da corrupção generalizada orquestrada pela maioria dos políticos, estava lá, esse incopetente e medíocre deputado fazendo bobagem, defendendo seus comparsas.

Grande parte dos políticos não merece o respeito do povo, agora Valdir Maranhão esse sim é uma vergonha para o maranhão, podemos afirmar que é o que se pode dizer de pior na politica Maranhense, não representa a população. Não sei como um sujeito desse, ainda tem coragem de enfrentar o povo cara a cara, é muito sem vergonha.


Por tanto, fica a dica, se você ama o Brasil, sua família, seu estado, e seu município, diga não a todos os políticos corruptos. E quanto a Valdir Maranhão e Weverton Rocha, mandemos o de volta de onde os mesmos nunca deveriam ter saídos.