DAYANE LIMA NUTRICIONISTA

DAYANE LIMA NUTRICIONISTA

2 de agosto de 2017

A inércia do ministro do meio ambiente Sarney Filho, e o silencio dos políticos Maranhenses sobre a seca do Rio Tocantins.

 
A inércia do ministro do meio ambiente Sarney Filho sobre a seca proposital que atinge o ex-magestoso Rio Tocantins é de causar indignação por parte da população Maranhense, principalmente dos que dependem do Rio para sobreviver.

De longe, nem parece que o ministro do meio Ambiente é Maranhense, pois o Rio Tocantins está morrendo aos poucos, e ninguém ver nenhuma autoridade mover uma palha, para que se punam os responsáveis por esse ato criminoso.

Não precisa ser nenhum estudioso no assunto, para saber que a única responsável por esse crime ambiental são as usinas hidrelétricas construídas ao longo do Rio. E o pior de tudo, sem respeitar nenhum estudo de impacto ambiental. E tudo piorou, após inicio do funcionamento da Usina Hidroelétrica do Estreito (UHE).

No mesmo patamar do ministro do meio ambiente Sarney Filho, se encontram todos os políticos Maranhenses, seja a bancada federal no congresso nacional, sejam senadores, sejam deputados estaduais, e o próprio governador Flávio Dino.

Enquanto o Tocantins agoniza no leito da morte, as autoridades assistem de braços cruzados o ato criminoso que hoje sofre o Rio Tocantins, e nada fazem para que a empresa que administra a Usina seja punida, e tomem alguma providencia sobre o caso.

Quem mora na Região Tocantina é sabedor, que em toda sua existência, o Rio Tocantins mesmo enfrentando as piores secas, nunca tinha chegado ao ponto tão critico que hoje se encontra.

E se nada for feito, em pouco tempo o Rio vai ser transformado em um imenso deserto. A Inércia por parte das autoridades tem um nome, eles preferem a morte do Rio, a enfrentar o poderil empresarial, que lucra absurdamente com uma taxa de energia mais cara do mundo.

Para piorar a situação, o governo brasileiro ainda projeta construir ao longo do Rio Tocantins outras usinas hidroelétricas. Se de fato esse projeto for adiante, pode-se  decretar a “morte” pra valer do rio Tocantins.

Será possível que mesmo em pleno ano eleitoral, não vai aparecer nenhum político que tenha coragem de defender o restabelecimento e a normalidade do rio Tocantins? Com a palavra as autoridades.