O presidente da Câmara Municipal de Açailândia, Ver. Ceará segue sendo investigado pelo Ministério Público.

As informações é  do  Blog do  Maicon Sousa VEJA AQUI. que apurou o seguinte: Nesta sexta feira, 09, o parlamentar deve prestar maiores explicações para a Promotoria de Justiça do município a cerca de licitações, a quais o MP encontrou indícios de possíveis irregularidades. 

A Justiça determinou, por meio de Liminar, a suspensão imediata da atrapalhada antecipação da eleição para presidente da Câmara Municipal. A eleição só deveria ocorrer em dezembro de 2018 - ao fim do mandato de dois anos a qual o vereador eleito presidente da câmara possui. 

Ceará e sua base tinha certeza de que seria possível, mesmo sem seguir o regimento interno da casa, se consolidar até 2020 - administrando cerca de 32 milhões de reais do dinheiro público - se mantida o orçamento de cerca de oito milhões de reais por ano.

A liminar/ Mandado de Segurança é uma ação especial, destinada a proteger o cidadão contra ilegalidades cometidas por autoridade pública em geral. Mas, desde que teve seus planos adiados, o vereador Ceará estaria se articulando para derrubar a liminar que lhe impediu de ser re-eleito por sua base.A primeira tentativa, segundo apurou o Blog, teria sido durante a visita do Governador Flávio Dino, na sexta feira - em Imperatriz.

Apoiado pelo Deputado Estadual Léo Cunha, o vereador foi até a vizinha cidade onde levou consigo o apoio que diz ter para os candidatos que apoiar, oito parlamentares. Ao que parece, a estratégia não teria dado certo. 

Com isso, aliados comemoram o fato de que em possíveis articulações com o Grupo Sarney na capital, seria possível derrubar a liminar inicial e colocar em votação a eleição da mesa diretora, tendo assim a legitimidade da presidência da casa, e com isso, aliados apostam em um especulativo livramento das investigações do Ministério Público.

Em tempo, Roseana Sarney estará em Açailândia nesta quinta feira, dia 08. Em tempo 02, em seu primeiro pronunciamento desde que começou a enfrentar operações do Ministério Público na Câmara Municipal, o atual presidente afirmou que não tinha qualquer conhecimento sobre as licitações - mesmo gerindo cerca de oito milhões de reais e tendo o poder de determinar a contração, o valor a ser pago e quando seria pago. 

Vale ressaltar que para políticos renomados a estratégia do "eu não sabia", resultou até agora em condenações em todas as instâncias da Justiça.
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