Presidente do Sintrassema pode ter usado documentos falsos em denúncia protocolada na Câmara de Açailândia

As informações são do blog do Maicom Sousa, veja AQUI.

Em fevereiro de 2018, o Sindicato Sintrassema, presidido por Francisco Melo protocolou na Câmara Municipal de Açailândia - pedido de instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI, que passado cerca de dois meses - possivelmente por falta de elementos concretos - não andou.


O pedido a época foi entregue de forma comemorativa, mas conforme reportagem do Blog Maicon Sousa - ainda naquele mês- apontava-se as falhas no pedido. 

Que se trata de cerca de R$ 2 milhões de reais - que foram bloqueados pela a Justiça e utilizados para pagar precatórios, segundo informou a Procuradoria Geral do Município - com base em comunicado oficial da Prefeitura de Açailândia - entenda revendo https://goo.gl/8LTTW7.

Ocorre que o presidência do Sintrassema buscou conseguir assinaturas de professores e até diretores, segundo apurado, para fazer parte de um documento de denúncia a ser juntado ao primeiro pedido. 

Mas agora enfrenta uma grave acusação. É que o Blog Maicon Sousa, teve acesso com exclusividade, a pelo menos um boletim de ocorrência registrado na Delegacia da Polícia Civil do Município, por um professor que acusa a instituição de falsidade ideológica.

O que é grave e precisa ser apurado. A pena para o crime de falsidade ideológica é de reclusão, de 1 a 5 anos, e multa, se o documento é público. Pelo menos a acusação a que o Blog teve acesso, é do professor Nilson Ferreira dos Santos.

Ele conta que foi surpreendido ao ver que seu nome assinava uma denúncia para o pedido de CPI, a cerca de uma visita de inspeção a uma escola do município, com relatos que careciam de provas concretas. 

Ele então decidiu registrar o Boletim de Ocorrência - onde ele afirma ser esta sim, de fato a sua assinatura real. (Podendo ser comparado nas assinaturas do documento da suposta denúncia e do Boletim de Ocorrência).

Vedada a hipótese de interferência nos poderes, visto que o pedido se encontra nas mãos dos vereadores - em parte ditos da oposição ao governo, faz -se necessário a investigação da denúncia e os esclarecimentos dos fatos, o que deve ser buscado pelo Delegado Murillo Lapenda. 

Denúncias precisam ser recebidas, no entanto, com responsabilidade e amputando qualquer indício de fraude - como prevê o Estado de Direito.

Procurado, o Blog não obteve retorno de tentativas de contatos com o Sintrassema.

O Blog Maicon Sousa apurou com exclusividade que o responsável por obras parciais em três escolas, no ano de 2016, como confirmou a assessoria da prefeitura, já prestou depoimento ao Ministério Público e apresentou ações trabalhistas do período sofrido pela sua empresa provocado por trabalhadores que realizaram as referidas obras, é que segundo ele a Prefeitura revogou o contrato.

Questionada porque buscou a revogação do contrato, a Secretaria de Educação informou que as obras não estavam no padrão exigido- pagando somente as que haviam sido aprovadas em medição.

O pedido a época foi entregue de forma comemorativa, mas conforme reportagem do Blog Maicon Sousa - ainda naquele mês- apontava-se as falhas no pedido. Q se trata de cerca de R$ 2 milhões de reais - que foram bloqueados pela a Justiça e utilizados para pagar precatórios, segundo informou a Procuradoria Geral do Município - com base em comunicado oficial da Prefeitura de Açailândia - entenda revendo.
Tecnologia do Blogger.