È esse tipo de politico que você quer? Veja essa: Morador de Maranhãozinho acusa Josimar Cunha de agiotagem, perseguição e até pistolagem

Uma vela para" Deus"  e outra para o "diabo" Josimar em dois momentos  com Roseana e Flávio Dino.
Politico que se auto intitula o "moral da BR", na verdade tem uma trajetória de causar arrepio a qualquer cidadão de bem. São varias acusações que vão desde cobrança de pedágio de madeireiros, agiotagem, diploma falso, fraude em licitações, e até acusações de pistolagem. È esse tipo de representante que você quer para representar o Maranhão?

As informações são do blog do Domingos Costa veja AQUI. Para quem não sabe, Domingos Costa é blogueiro oficial do governador Flávio Dino. Veja a postagem.

Guilherme Lopes da Silva, 72 anos, conhecido por  “Guilerme Teo”, morador do Município de Maranhãozinho, aproximadamente 433 km de São Luís, concedeu entrevista ao Blog do Domingos Costa, e durante os 45 minutos de gravação de áudio, Guilherme Teo fez duras e graves denuncias contra o ex-prefeito do Município Josimar Cunha Rodrigues(PR).
Disse ser vítima de perseguição e já ter escapado de quatro atentados contra sua vida. “Denunciei o Josimar com todas as provas, a Polícia Federal continua monitorando ele, esse cara só está em liberdade por conta da influência na justiça e por força de liminar” Disse o senhor.
Seu Guilherme, mostrando protocolos de documentos, lembrou que foi ele o autor da denuncia à Polícia Federal que deu inicio as investigações da Operação Cupim, resultando no indiciamento de onze pessoas, entre elas, Josimar Cunha, pelos crimes de corrupção passiva, prevaricação, concussão, peculato e formação de quadrilha ou bando.
“Josimar cobrava pedágio para madeireiros entrarem com caminhões em áreas indígenas do INCRA e extraírem grande quantidade de madeira de forma ilegal. O esquema criminoso dele não é só na política. Ele dava uma carteirinha da Prefeitura de Maranhãozinho para os madeireiros entrarem na terras da FUNAI. Foi eu que denunciei tudo” Lembrou.
O senhor de aparência pacata e voz firme, disse que durante os oito anos de mandato de Josimar Cunha Rodrigues, foram executadas 16 pessoas na Cidade, até hoje não tem ninguém preso, ninguém sabe quem matou, e quais foram os mandantes.
“Exemplo, foi a morte de um índio, ainda hoje está sendo investigado pela Federal, caso conhecido como “sangue na floresta”, esse índio denunciou em um Blog que Josimar estava incentivando madeireiros a destruir com as áreas da FUNAI e tirar madeiras das terras, dias depois mataram ele – o índio – e jogaram o corpo no Rio Maracaçumé.”Afirmou seu Guilherme.
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Josimar Cunha é acusado de cometer crime eleitoral, contra o meio ambiente, corrupção e até pistolagem.
Outro caso muito estranho, segundo Guilherme Lopes, foi o assassinato do próprio pistoleiro do então Prefeito, de nome “Ceará”, ninguém sabe quem matou ou mandou matar. Disse que mais parecia queima de arquivo, porque ele já sabia de mais.
“As mortes em Maranhãozinho é um mistério sem fim. Estou com todos os Boletins de Ocorrências, tenho como provar tudo que digo” Ponderou Guilherme Teo.
Antes de finalizar a longa entrevista, o morador denunciou que Cunha agiotou mais de 20 candidaturas de Prefeitos pelo interior do Maranhão nas eleições municipais de 2012, segundo ele, Josimar elegeu a esposa em Centro do Guilherme, o irmão em Junco do Maranhão, o motorista em Maranhãozinho, e em mais de uma dezena de outras Cidades de aliados espalhadas pelo Estado.
“Não sei onde ele encontrou tanto dinheiro, a polícia precisa investigar a origem desse dinheiro.” completou.
Guilherme rechaçou que todas as denuncias que formalizou foram enviadas para o Ministério da Justiça, Ministério do Meio Ambiente, Governo do Estado, Ministério Público, Presidente da Assembleia Legislativa, Polícias Civil e Federal e até para a Presidência da República.
Em tempo, é bom lembrar: Contra o pré-candidato a Deputado Estadual pelo PR, Josimar Cunha, ainda pesam uma prestação de contra julgada irregular pelo Tribunal de Contas do Estado, aguardando somente julgamento do recurso no pleno da corte de contas do Maranhão.
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