Enquanto no Brasil um bandido comanda uma campanha politica de dentro da cadeia, no Egito, filho de ex-presidente faz campanha para ter mais acesso ao pai preso.

Nesta foto de 30 de setembro de 2018, Abdullah Morsi, o filho mais novo do ex-presidente islâmico Mohamed Morsi, no Egito, senta-se diante de uma imagem emoldurada de seu pai que foi impressa em uma bandeira durante o culto Rabaah al-Adawiya em 2013 em sua casa no Cairo, Egito.

Abdullah está em campanha para mais acesso e melhor tratamento para seu pai.

O ex-presidente foi mantido por anos em isolamento e Abdullah diz que está sofrendo de problemas de saúde.

CAIRO - Abdullah, uma vez por mês, espera durante horas na frente da famosa prisão de Tora, no Cairo, sem sombra sob o ardente sol egípcio para ter uma chance de ver seu pai.

E quase todas as vezes, durante cinco anos, lhe foi negado o acesso ao mais famoso, mas menos ouvido prisioneiro do Egito - o ex-presidente Mohamed Morsi, o islamita cujo ano de divisão no poder terminou com uma saída militar em 2013.

"Não vou me sentar no chão enquanto espero, não é digno", disse ele em entrevista à Associated Press. "Eu sei que eles vão negar o meu pedido, mas eu ainda tenho que tentar."


Enquanto no Egito ex-presidente preso devido seu envolvimento em corrupção é tratado como se deve. No Brasil, ex-presidente chefe de uma Organização Criminosa, desafia a justiça, e de dentro da sala onde estar hospedado comendo as custas da população, comanda campanha politica de aliados,  tentando eleger um "poste".
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