Buritirana/Cidelândia: A onda do “já ganhou” pode prejudicar pré-candidatos a prefeitos



Ao se aproximar as eleições 2020, alguns candidatos da região tocantina maranhense, bem como seus grupos de apoio politico, às vezes se acomodam, ao confiar na onda do “já ganhou”. È o caso do pré-candidato a prefeito de Buritirana Tony Brandão, e do atual prefeito de Cidelândia Fernando Teixeira.

Veja um caso real. Essa onda do “já ganhou” custou caro para o então candidato a reeleição de Açailândia Jeová Alves de Sousa. Em 2004, mesmo Jeová vencendo todas nas pesquisas, e o município transformado em um “canteiro de obras” eleitoreiras claro, perdeu a eleição para Ildemar Gonçalves por uma diferença de apenas 34 votos.

Antes de qualquer coisa, é bom que se diga,  a verdade não é bem assim, pois uma eleição só termina, após a apuração do ultimo voto. Muito embora saibamos, que o prefeito Vagtônio Brandão que por sinal é tio do pré-candidato, chegue ao final de sua gestão, concluindo duas administrações bem avaliadas.  Mesmo assim, será que isso é o suficiente para transferir votos?  Será se uma alternância no poder não seria melhor para a população? Isso só saberemos após as apurações dos votos.

Já a situação do atual prefeito de Cidelândia Fernando Teixeira,  é um pouquinho diferente. Vejamos, assim como Vagtônio Brandão, Fernando também chega ao final de uma gestão bem avaliada, com uma única  diferença entra o prefeito de Buritirana,  que o mesmo pode ainda disputar a reeleição.

Só que é provado, que quase todos os gestores que são reeleitos, dificilmente conseguem repetir os feitos da gestão anterior.  É exatamente onde entra a questão da alternância do poder, pois todos sabem que prefeitura não é um balcão de negócios, ou melhor, não era pra ser.

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