Após fechar leitos de UTI em Imperatriz, Flavio Dino volta atrás, Ao ver que o prefeito fez foi aumentar para 30, o número de leitos na saúde do município.

Leitos abertos pelo prefeito  de Imperatriz Assis Ramos

O governo Flavio Dino, como sempre em período eleitoral, se arrependeu outra vez de suas decisões absurdas. Desta vez, foi a de ter retirado leitos de UTI em Imperatriz, e depois do leite derramado, tenta voltar atrás, desfazendo sua lambança.


Essa corrida contra o tempo por parte do governador só veio à tona, após o prefeito de Imperatriz Assis Ramos, que percebeu o município penalizado com a decisão do governador, e  correu atrás do prejuízo, conseguindo aumentar para 30 leitos de UTI na rede de saúde do município.

Essa decisão absurda por parte do governador, já faz parte do seu perfil autoritário e insensível com o ser humano, típico papel de comunista. Veja o exemplo de outras decisões  absurdas, ao assumir o cargo, uma das primeiras ações do governo, foi enviar para assembleia o aumento de impostos, depois veio à prisão e leilão de veículos de forma irregular, depois a população foi pega de surpresa com o fechamento dos leitos de UTI em Imperatriz.

Agora arrependido, e correndo contra o tempo, Dino envia seu emissário ao município de Imperatriz às pressas, para ludibriar a população outra vez, informando que vai trazer de volta os leitos retirados de forma brusca pelo governo.

A informação foi confirmada em discurso feito na câmara municipal de Imperatriz, pelo secretario de saúde do estado, que por coincidência do destino trágico, tem também o  nome de Lula, e também está na mira da Policia Federal.

È sempre assim, em período eleitoral o governador Flavio Dino tem a velha mania de se arrepender de suas decisões nada republicanas, e vendo que sua meteórica carreira estar se aproximando do fim, assim como se arrependeu e voltou atrás sobre a prisão de veiculo com IPVA atrasado, voltou atrás também com a questão dos leitos de UTI, agora o povo tem que aproveitar, pois depois das eleições a taca vai comer, e a perseguição deve continuar caso o povo resolva pela continuidade do desgoverno.
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