Começa a greve dos petroleiros em apoio aos caminhoneiros e pela redução do preço da gasolina, diesel e gás de cozinha

Produção de combustível começa a ser reduzida e na quarta feira vai parar completamente por três dias..


28 Maio, 2018
Temer está desesperado e tentou encerrar a greve dos caminhoneiros. O seu desespero é por causa da greve dos petroleiros que já está começa com a redução da produção de combustível, como está acontecendo na refinaria de Paulínia e em Mauá, assim como no Paraná e no Rio Grande do Sul.A velha mídia tenta criminalizar o movimento dos caminhoneiros e agora dos petroleiros, para defender o interesse dela e do mercado financeiro. Ele explica que com a política do tucano Pedro Parente o Brasil parou de produzir combustível nas suas refinarias e passou a importar. E isto levou a alta dos preços….Petroleiros da Replan e Recap decretaram a paralisação das atividades nesta segunda-feira, em apoio a greve nenhum funcionário que está dentro das refinarias saem, ninguém entra e ninguém sai.

Pressão total sobre o governo Temer e cresce o movimento pelo fim da política privatista e integrista de Pedro Parente.
Do site da FUP(Federação única dos petroleiros)

Petroleiros da Replan e Recap fazem paralisação nesta segunda, em apoio aos caminhoneiros.

Os trabalhadores da Replan, em Paulínia, e da Recap, em Mauá, bases do Sindipetro Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro Unificado-SP), vão cruzar os braços nesta segunda-feira (28/05), em solidariedade ao movimento dos caminhoneiros e contra a política de reajuste diário do preço dos combustíveis, imposta pelo presidente da empresa, Pedro Parente. Essa política favorece o mercado internacional e prejudica o povo brasileiro.

A paralisação acontece no início dos turnos da manhã, com o corte de rendição, ou seja, o grupo de petroleiros que começa a jornada na noite deste domingo (27) permanecerá dentro da refinaria até o fim do protesto, que poderá durar até oito horas. O Sindicato também espera a adesão em massa do pessoal do setor administrativo, que inicia o expediente de manhã.

Redução do preço dos combustíveis

Os petroleiros exigem a redução do valor da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, a manutenção dos empregos e a retomada da produção interna de combustíveis. O Brasil tem petróleo, refino e distribuição, sendo absolutamente desnecessário o aumento das importações de derivados, como tem feito Parente, desde que implantou a nova política de preços. Desde o ano passado, as importações do país cresceram cerca de 25%.

A categoria também protesta contra o desmonte e a privatização do Sistema Petrobrás. Em abril, Parente anunciou a venda de refinarias no Paraná, em Pernambuco, na Bahia e no Rio Grande do Sul, além de dutos e terminais da Transpetro, subsidiária de transporte e logística de combustíveis. “Não aceitamos essa entrega. As quatro refinarias devem permanecer sob o controle da companhia”, declara o coordenador do Unificado, Juliano Deptula.

Greve Nacional

A Federação Única dos Petroleiros já convocou uma greve nacional de advertência a partir da meia-noite desta quarta-feira, dia 30 de maio. Serão 72 horas de paralisação de trabalhadores do Sistema Petrobrás, em todo o país, reivindicando a queda nos preços dos combustíveis e do gás de cozinha, o fim da entrega da companhia e a saída imediata do presidente da estatal Pedro Parente, que, com o aval do governo Michel Temer, mergulhou o país em uma crise sem precedentes.

[Via Sindipetro Unificado SP]
Trabalhadores da Refinaria do Paraná paralisam atividades

Os trabalhadores da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), localizada em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba, protestaram e iniciaram o movimento de greve da categoria na tarde deste sábado (26).

A paralisação da categoria petroleira é contra a política de preços dos combustíveis e a privatização da Petrobrás.

O modelo adotado pela Petrobrás para determinar o valor da gasolina e do óleo diesel é baseado na cotação do barril de petróleo no mercado internacional. Apenas nos últimos dez meses, os brasileiros foram bombardeados por nada menos que 115 aumentos nos preços dos combustíveis. Nesse período, o óleo diesel e a gasolina subiram 57%. Já o gás de cozinha disparou 70%.

A Petrobras anunciou, no final de abril, a privatização da Repar e de outras três refinarias (Refap, Rlam e Renest), e seus respectivos ativos logísticos (terminais e dutos), bem como as fábricas de fertilizantes.

Os petroleiros de todo país estão com greve aprovada para impedir mais esse processo de privatização na Petrobrás.

Paralelamente, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) realizava reunião para encaminhar os rumos da campanha, no qual decidiram comunicar o início da greve nacional.

Os Petroleiros têm a Solução para Reduzir os Preços dos Combustíveis. #ForaParente

Via Sindipetro-PR/SC
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