BRASIL TURBULENTO




Aqui sempre escrevi ou postei textos em apoio à Operação Lava-Jato apesar de eventuais erros ou exageros cometidos por seus protagonistas. Continuarei fazendo-o. 

É a maior investigação contra a corrupção em toda a nossa história que revelou aos nossos olhos que os governos petistas Lula e Dilma fizeram da corrupção um modus operandi de se perpetuar no poder.

Contudo, desde o ano passado temos visto algumas ações e posturas não condizentes com o seu objetivo maior, o combate à corrupção, a exemplo de procuradores que passaram a tomar atitudes meramente proselitistas e, muitas vezes, políticas, deixando de lado o comedimento que o cargo exige do homem de Estado.

Fala-se em eventuais pretensões eleitorais de alguns que, até o presente momento, não foram desmentidas. Isso tudo cria um ambiente de desconfiança.

Sob o escudo da luta contra a corrupção misturou-se alhos com bugalhos e gatos com lebres fazendo com que todos estivessem mergulhados na lama.

O estrago é imensurável. E para saber por onde recomeçar a confiar em um ou outro torna-se cada vez mais difícil.

Eu, por exemplo, jamais votaria num Deltan Dallagnol, Carlos Fonseca ou Rodrigo Janot se fosse eleitor de seus respectivos estados e suas candidaturas confirmadas e oficializadas...

Tampouco votaria em candidatos pertencentes às siglas que formaram a grande coligação lulopetista que governou o país por quase 14 anos.

Lembremos deles: PT, PC do B, PDT, PMDB, PP, PSD, PR, PROS e PRB.

Já serve para algum começo ou recomeço.




Aqui sempre escrevi ou postei textos em apoio à Operação Lava-Jato apesar de eventuais erros ou exageros cometidos por seus protagonistas. Continuarei fazendo-o. 

É a maior investigação contra a corrupção em toda a nossa história que revelou aos nossos olhos que os governos petistas Lula e Dilma fizeram da corrupção um modus operandi de se perpetuar no poder.

Contudo, desde o ano passado temos visto algumas ações e posturas não condizentes com o seu objetivo maior, o combate à corrupção, a exemplo de procuradores que passaram a tomar atitudes meramente proselitistas e, muitas vezes, políticas, deixando de lado o comedimento que o cargo exige do homem de Estado.

Fala-se em eventuais pretensões eleitorais de alguns que, até o presente momento, não foram desmentidas. Isso tudo cria um ambiente de desconfiança.

Sob o escudo da luta contra a corrupção misturou-se alhos com bugalhos e gatos com lebres fazendo com que todos estivessem mergulhados na lama.

O estrago é imensurável. E para saber por onde recomeçar a confiar em um ou outro torna-se cada vez mais difícil.

Eu, por exemplo, jamais votaria num Deltan Dallagnol, Carlos Fonseca ou Rodrigo Janot se fosse eleitor de seus respectivos estados e suas candidaturas confirmadas e oficializadas...

Tampouco votaria em candidatos pertencentes às siglas que formaram a grande coligação lulopetista que governou o país por quase 14 anos.

Lembremos deles: PT, PC do B, PDT, PMDB, PP, PSD, PR, PROS e PRB.

Já serve para algum começo ou recomeço.