'É preciso mostrar as provas, se há', diz Janaína Paschoal sobre suposta 'campanha' contra Haddad

A deputada eleita Janaína Paschoal reprovou a histeria coletiva da campanha de Fernando Haddad e setores da imprensa sobre uma matéria da Folha de S. Paulo que "denuncia" um suposto esquema de "disparos de whatsapp", sem apresentar qualquer evidência. A matéria foi utilizada pelo candidato para pedir prisão de empresários, do próprio Bolsonaro, e até anulação do primeiro turno da eleição. Janaína Paschoal aponta a estranheza da história e lembra: "É preciso mostrar as provas, se há!".

Leia abaixo as reflexões de Janaína Paschoal:

Amados, estou achando essa história de suposto escândalo muito estranha. Eu nunca recebi um email padrão atacando Haddad, ou favorecendo Bolsonaro. Há alguns dias, Haddad começou a se queixar de mensagens por Whatsapp, sem especificar quais, falou de relógio e Ferrari...

Agora, coincidentemente, surge essa tal denúncia genérica de disparos pelo Whatsapp? Não é muita coincidência? Pouco depois da publicação da matéria, já havia juristas reunidos para tomar uma medida contra a candidatura Bolsonaro.Ademais, de manhã, falavam de um plano futuro de apoiadores querendo ajudar. Agora, já estão falando em anular o primeiro turno. Que brincadeira é essa?

Não é correto criar um terrorismo desses na população. Haddad fala em provas. Que as mostre! As pessoas estão entrando em pânico!

Onde estão os tais contratos? Haddad fala em campanha difamatória. Qual foi a difamação? Quais são as mensagens? O dia todo, o país está envolto em alegações genéricas. É preciso mostrar as provas, se há!

Ou estarão querendo instituir censura, às vésperas de uma importante eleição?
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