Secretaria de saúde de Açailândia intensifica ação educativa de orientação e combate ao o calazar


A Prefeitura de Açailândia, por meio da Secretaria de Saúde e Centro de Controle de Agravo (CCA), com apoio da Vigilância em Saúde (VS), Programa Saúde na Escola (PSE), promoveu uma série de atividades alusiva à campanha "O Maranhão contra o Calazar", promovido por meio da Secretaria de Estado da Saúde, que aconteceu durante a Semana Nacional de Controle e Combate a Leishmaniose (calazar), entre os dias 5 e 10 de agosto.

“A ação tem como objetivo, intensificar a vigilância e controle da Leishmaniose Visceral no estado. Iniciamos as intervenções com atividades na Semana Nacional de Controle e Combate à doença, e estamos dando continuidade com essa campanha durante todo o mês de agosto, como a realização de ações na Escola Municipal Jurgleide Alves Sampaio”, explica Kerly Cardoso, Secretária de Saúde do Município.

“A Leishmaniose é uma doença endêmica no Maranhão e o município de Açailândia possui alta prevalência destes casos”. É necessário juntarmos forças para combatermos este agravo no nosso município focando na prevenção da doença. A campanha que está sendo realizada no município tem o foco no combate ao vetor, o mosquito-palha, que é o principal responsável pela transmissão. Pontuou Hyandra Almeida, do Programa Saúde na Escola (PSE).

Ainda de acordo com Hyandra Almeida: “Estão sendo realizadas ações de conscientização nas escolas para incentivar as crianças, que são multiplicadores de conhecimento, a divulgarem e também conscientizarem suas famílias para manter os quintais das suas casas limpos, não jogar lixo no chão e incentivar a limpeza das ruas, pois estas atitudes diminui a proliferação do mosquito”. Disse a coordenadora do (PSE).

Sobre o Calazar

A leishmaniose visceral, conhecida como calazar, é uma zoonose e, se não tratada, pode levar a óbito até 90% dos casos. É transmitida ao homem pela picada de fêmeas do inseto infectado, denominado flebotomíneo e popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros.

Em 2019, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação - SINAN registrou 210 casos de leishmaniose visceral no Maranhão. A coordenadora do Programa Estadual de Vigilância e Controle das Leishmanioses da SES, Monique Maia, alerta para importância da prevenção. “A leishmaniose pode levar ao óbito, se não diagnosticada e tratada adequadamente. Para evitar isso é preciso que a população reconheça os sinais e sintomas da doença, e busque o serviço médico”.

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