Fundada em Açailândia a primeira Cooperativa de Energia Renovável do Maranhão

A mini geração distribuída terá sua usina implantada  em Açailândia, região sudoeste do Maranhão. A potencia instalada será de 500.5 KWP, e de inicio vai atender  apenas seus 26 cooperados fundadores.
A Cooperativa de Energia Renovável do Maranhão (Cooerma) é a primeira do gênero no estado do Maranhão, e está situada no município de Açailândia (MA).  Ontem dia (6) a Cooerma recebeu seu registro do CNPJ junto a junta comercial do estado do Maranhão JUCEMA.

A organização sem fins lucrativos foi criada por um grupo de 26 pessoas, imbuídas em um só propósito, gerar sua própria energia, de forma sustentável, energia limpa,sem agredir o meio ambiente. O projeto piloto será em Açailândia, e no futuro poderá ser expandido para todo estado.
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV), e a Prefeitura de Açailândia são parceiras do projeto. A usina da Cooerma vai ocupar uma área de cerca de cinco mil metros quadrados, e a prefeitura de Açailândia fará a cessão de um terreno para implantação da usina fotovoltaica.
Os gastos com a implantação do projeto será através de recursos dos próprios cooperados. Ao todo, serão instaladas 1.430 placas fotovoltaicas de 350W cada uma, que terá uma produção média de 60.560.500 KW/h por mês.
A energia gerada será injetada na rede da CEMAR, e o resultado será rateado entre os cooperados da COOERMA em suas unidades consumidoras, dentro do estado do Maranhão, no final de cada mês.
A previsão é que todo o quadro social da Cooerma tenha a conta completamente zerada, isso levando em conta quantidade de cotas adquiridas. No caso de zerar a conta, o responsável só vai ter a obrigação de pagar apenas a taxa mínima para a CEMAR.
Dentre as vantagens de se produzir energia renovável (solar fotovoltaica) em cooperativa e não de maneira individualizada estão as isenções fiscais e o menor valor investido. Isso porque os custos são divididos entre os cooperados. Outro ponto é a mobilidade na produção, já que a mudança de endereço não afeta a produção de energia.

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